Sinto-me ainda pior. Há um esforço muito grande para tentar "Vender" o meu filme, mas o máximo que consigo é uma coleção de nãos. Nãos até por amigos próximos. Fico de fato pensando se realmente é isso...
Pois bem. Um certa invejinha bateu. Quem me disse não acabou de ganhar um prêmio. É como se afirmasse... Viu, como estou certo? Mas vou tentar não encarar dessa maneira. É difícil qndo as coisas saem erradas para você.
Não nego que estou um tanto triste, ansiosa, angustiada e derrotada. É claro que isso é passageiro e que daqui a pouco vou levantar e tentar tudo de novo. As vezes me esqueço pq faço cinema. E de fato, tem determinadas coisas que eu não gosto nada nada nesse meio. A porpurina, os egos inflados, a humilhação, os interesses. Tudo fica mto maquiado perto do que realmente os cineastas gostariam de dizer.
Sexta eu assisti um filme do Win Wenders. Quarto 666. E o filme é um documentário sobre cineastas filosofando sobre o rumo do cinema na decada de 80. Eu sinto falta disso. Da filosofia no cinema, na reflexão de idéias, na composição de obras. As vezes tenho a sensação que tudo só se expressa através da futilidade das coisas. E acho que isso é o que mais me irrita em relação aos produtores. De fato eles não estão interessados em diálogos, em questionamentos, em idéias. Tudo se resume ao ego e ao sucesso. Esse pessoal podia ficar só na publicidade mesmo.
Pois bem. Tive um idéia simples para diluir esses egos... Nada melhor do que uma câmera para que os argumentos mudem de posição e os personagens se "comportem". Vamos aderir ao panótipo de Foucault. Ninguém está interessado em idéias e sim no produto de prateleira. E se um filme não surgir uma ficção, pelo menos um documentário irá surgir!
Obs. O mais incrível disso tudo é descobrir que produtores não lêem roteiros. Mas por outro lado, explica muita coisa...
Pois bem. Um certa invejinha bateu. Quem me disse não acabou de ganhar um prêmio. É como se afirmasse... Viu, como estou certo? Mas vou tentar não encarar dessa maneira. É difícil qndo as coisas saem erradas para você.
Não nego que estou um tanto triste, ansiosa, angustiada e derrotada. É claro que isso é passageiro e que daqui a pouco vou levantar e tentar tudo de novo. As vezes me esqueço pq faço cinema. E de fato, tem determinadas coisas que eu não gosto nada nada nesse meio. A porpurina, os egos inflados, a humilhação, os interesses. Tudo fica mto maquiado perto do que realmente os cineastas gostariam de dizer.
Sexta eu assisti um filme do Win Wenders. Quarto 666. E o filme é um documentário sobre cineastas filosofando sobre o rumo do cinema na decada de 80. Eu sinto falta disso. Da filosofia no cinema, na reflexão de idéias, na composição de obras. As vezes tenho a sensação que tudo só se expressa através da futilidade das coisas. E acho que isso é o que mais me irrita em relação aos produtores. De fato eles não estão interessados em diálogos, em questionamentos, em idéias. Tudo se resume ao ego e ao sucesso. Esse pessoal podia ficar só na publicidade mesmo.
Pois bem. Tive um idéia simples para diluir esses egos... Nada melhor do que uma câmera para que os argumentos mudem de posição e os personagens se "comportem". Vamos aderir ao panótipo de Foucault. Ninguém está interessado em idéias e sim no produto de prateleira. E se um filme não surgir uma ficção, pelo menos um documentário irá surgir!
Obs. O mais incrível disso tudo é descobrir que produtores não lêem roteiros. Mas por outro lado, explica muita coisa...
